quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Instalações mal feitas encarecem a conta de energia

O uso de fio terra e dispositivo DR, associados ao bom uso dos equipamentos podem reduzir entre 4% a 5% o consumo de energia e diminuir acidentes elétricos domésticos, que algumas vezes podem ser fatais. 

De acordo com o engenheiro e consultor do Procobre, Hilton Moreno, disjuntores do tipo DR, protegem a corrente diferencial residual, especialmente em áreas molhadas como banheiro, lavanderia e cozinha. Moreno informa ainda que o dispositivo DR desligaria automaticamente o circuito no momento em que qualquer pessoa tocasse num fio desencapado, impedindo que a descarga elétrica fosse fatal.

Além da possibilidade de provocar incêndios, instalações elétricas mal feitas ou em precário estado de conservação podem causar queimaduras de até terceiro grau, coagulação do sangue, lesão nos nervos, contração muscular e uma reação nervosa de estremecimento (a sensação de choque), que é perigosa se provocar a queda do indivíduo. 

De acordo com a gerente de marketing do Procobre, Milena Guirão Prado, o condutor de proteção, mais conhecido como fio terra, tem a função de proteger adultos, crianças e até animais, do perigo do choque elétrico, em caso de falha nos equipamentos. “São comuns os choques elétricos em geladeiras, máquinas de lavar ou chuveiros, às vezes fatais, daí a obrigatoriedade da instalação deste fio em todos os pontos de alimentação. O uso das tomadas de três pólos, duas fases e fio terra são essenciais para proporcionar aos usuários a segurança no uso dos equipamentos”. 

Todo ano, mais de cem brasileiros morrem vítimas de eletrocussões e a má qualidade das instalações elétricas é uma das maiores causas de incêndio no País. O diretor executivo do Procobre, Antonio Maschietto Junior, alerta que tomadas e interruptores que esquentam; quedas frequentes do disjuntor; geladeira que pára de funcionar por alguns instantes; fios e cabos derretidos; mau cheiro e fumaça são alguns dos sinais de que a instalação elétrica doméstica precisa de reparos.

O Procobre, uma das entidades que participa do programa Casa Segura, procura alertar a população para a necessidade de adequar as instalações elétricas às normas brasileiras e evitar acidentes como choques, queimaduras ou incêndios. “Por outro lado, adequar os sistemas elétricos valoriza o imóvel, gera economia na conta de luz, amplia o conforto e a segurança doméstica e minimiza a possibilidade de perda de bens próprios ou de terceiros em incêndios”, explica Maschietto. 

Dicas para ter uma instalação segura:
Dica 1 – Contrate profissionais verdadeiramente capacitados para a realização de instalações ou manutenções nas instalações elétricas. Cobre os cursos realizados, procure pelo profissional habilitado (Crea) responsável pela supervisão dos serviços. Nunca realize serviços de natureza elétrica se não há conhecimento técnico deste assunto, pois mesmo achando que um circuito está desligado, pode haver outras fontes de energia que podem causar um acidente, podendo ser fatal.

Dica 2 - Faça uma revisão periódica nas instalações elétricas pelo menos a cada cinco anos). Sempre usando um profissional capacitado (eletricista, técnico e engenheiro) e principalmente que este profissional esteja atualizado, pois as instalações elétricas mudaram muito nos últimos anos e as tecnologias também.

Dica 3 - A instalação do condutor de proteção, como é chamado tecnicamente o Fio Terra, em toda a extensão de uma instalação elétrica, é importante, e obrigatório pela lei 1.1337 de 2006. Esta prática vai minimizar os riscos de choque elétrico e garantir estabilidade no funcionamento dos equipamentos.

Dica 4 - Todas as instalações que atendam áreas tidas como úmidas, como cozinha, copa, área de serviço, áreas externas, devem ser protegidas pelo DR - Dispositivo Diferencial Residual, que tem a função de desligar o circuito todas as vezes que um choque elétrico pos sa acontecer. Este equipamento é para salvar vidas e por isto nunca pode o custo ser a consideração principal para a escolha do produto.

Dica 5 - Nunca substitua um disjuntor, por outro de maior corrente (A) (valor), se os condutores (fios) também não forem substituídos por maior seção, (bitola ou diâmetro), pois o disjuntor tem a função de proteger os fios contra aquecimento excessivo e se a pratica acima for executada, o disjuntor não mais protegerá nada, o incêndio é quase certo.

Dica 6 - Para proteger equipamentos eletroeletrônicos na residência, instale um dispositivo chamado DPS – Dispositivo de Proteção contra Surtos, que pode ser conhecido no mercado como Protetor de surto, ou até pára-raios eletrônico. Este equipamento irá desviar os surtos de tensão (V – voltagem – 220/127V) gerados por descargas atmosféricas, para a terra e com isto preservar os equipamentos.

:: Da Redação www.portallumiere.com.br

Leia também as postagens: "DO PROJETO ELÉTRICO, A SUA EXECUÇÃO" e"A Importância da Utilização do Cabo de Proteção (Pe)"

domingo, 16 de janeiro de 2011

Comércio de incandescentes terá fim em 2016

As lâmpadas incandescentes comuns serão retiradas do mercado paulatinamente até 2016. Portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio regulamentando a retirada foi publicada no Diário Oficial da União. A finalidade é que elas sejam substituídas por versões mais econômicas.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a medida é fruto de um longo processo de negociação com setores da sociedade, por meio de consulta pública via internet e de audiência pública.

Técnicos do ministério estimam que a medida, publicada no dia 06 de janeiro, aliada a outra portaria que trata do Programa de Metas das Lâmpadas Fluorescentes Compactas, trará ao país uma economia escalonada até 2030 de cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano). Equivale a mais do que o dobro conseguido com o Selo Procel, utilizado atualmente.

Conforme detalhado na portaria, fazem parte da regulamentação as lâmpadas incandescentes de uso geral, exceto as incandescentes com potência igual ou inferior a 40 Watts (W); incandescentes específicas para estufas – de secagem e de pintura – equipamentos hospitalares e outros; incandescentes refletoras/defletoras ou espelhadas, entre outras.

De 30 de junho de 2012 até 30 de junho de 2016 – a não ser que surja uma nova tecnologia que permita às lâmpadas incandescentes se tornarem mais eficientes – esse tipo de produto será banido do mercado, segundo técnicos do Ministério de Minas e Energia.

No mercado brasileiro existem 147 modelos de lâmpadas incandescentes etiquetadas, de quatro fabricantes diferentes. Estima-se que a lâmpada incandescente seja responsável por aproximadamente 80% da iluminação residencial no Brasil. O mercado brasileiro consome atualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.

De acordo com o ministério de Minas e Energia, as tecnologias que envolvem os sistemas de iluminação se desenvolveram rapidamente, nos últimos anos, disponibilizando equipamentos com mais eficiência e durabilidade. Paradoxalmente, aumentou também a preocupação com a escassez de energia e a busca de soluções que contemplem a boa iluminação conjugada a equipamentos mais eficientes e formas inteligentes de utilização. Diante disso, a tecnologia utilizada nas lâmpadas incandescentes se tornou obsoleta. Tecnologias já consolidadas, como as lâmpadas fluorescentes compactas, podem fornecer quantidade maior de luz com um custo energético muito inferior à tecnologia incandescente.

:: Clipping/Agência Brasil www.portallumiere.com.br

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

México inicia processo de retrofit em iluminação

No contexto da 16ª edição da Conferência da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2010 (COP16), o governador do Estado de Quintana Roo, Félix González Canto apresentou o projeto de substituir as 25.507 lâmpadas das vias públicas do município de Othón P. Blanco, estado de Quintana Roo, por sistemas de tecnologia LED, fornecidos pela GE Iluminação.

Este projeto apoia o Programa Especial de Mudanças Climáticas (PECC) 2010-2012 do governo do México para redução dos impactos no meio ambiente, reduzindo o consumo de energia do município em 29 milhões 218 mil 980 de watts por ano.

“Como país sede deste importante evento sobre mudanças climáticas, todos os olhos estão voltados para o México; e estamos orgulhosos de poder apoiar o compromisso do nosso país com o mundo por meio de ações que tenham um efeito de longo prazo sobre o meio ambiente,” afirmou o governador González Canto.

“Ao mesmo tempo em que muitos países estão começando a traçar seus objetivos ambientais, o México estabelece sua liderança por meio de exemplos concretos, como a transição para as lâmpadas LED que será implementada em nossas cidades”.

Os 25,507 sistemas de iluminação LED irão gerar uma economia de energia estimada em 51% em relação à tecnologia anterior. Além disso, os LEDs oferecem uma iluminação mais brilhante e uniforme que permite melhor visibilidade e qualidade de cor.

“O objetivo da GE é oferecer liderança e produtos inovadores que ajudem nossos clientes a alcançar suas metas ambientais e financeiras. Acreditamos que a tecnologia LED representa o futuro das soluções de iluminação. Neste sentido, estamos orgulhosos do México ter escolhido a GE para a mais importante instalação de luminárias LED para vias públicas da América Latina, e de poder fazer parte de uma das iniciativas que o México está realizando para alcançar seus objetivos ambientais a nível nacional,” afirma Michael J. Petras, CEO de GE Iluminação.
:: Da Redação www.portallumiere.com.br Arquivo/Lumière

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Engenharia elétrica: oportunidades no Brasil e no mundo

Brasília, 19 de novembro de 2010
Este é o segundo ano em que há o Dia do Engenheiro Eletricista no calendário. No entanto, 2010 será o primeiro ano em que haverá comemoração oficial. "É que a lei que institui o Dia do Engenheiro Eletricista [Lei nº 12.074] foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de outubro de 2009 e não houve tempo de planejar algo oficial para 23 de novembro no ano passado", contou o vice-presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas, Aramis Guerra.
De acordo com Guerra, como na maioria das modalidades da Engenharia, há falta de profissionais na Elétrica. "O campo é muito vasto!", disse, ao explicar que há três submodalidades pelas quais os engenheiros eletricistas podem optar: eletrotécnica, eletrônica e telecomunicações. "Nem se fala como há espaço de atuação em telecomunicações, com advento da internet e tantos meios novos de se comunicar", comentou.
Segundo ele, o campo é vasto para os formados na área não só no Brasil como no mundo. "Telecomunicações e eletrônica já são campos globais, não mais cercados pelas fronteiras dos países", disse. Eletrotécnica - ramo que estuda produção, armazenamento e distribuição de energia elétrica -, que a priori fica limitada nos países, também atinge os campos internacionais. "Hoje em dia, energia elétrica se tornou bem de compra e venda internacionais. Virou commodity", disse. Ele explicou que, no Brasil, Roraima é o estado que mais importa energia. "Eles compram da Colômbia. Para eles é mais fácil transportar energia de lá do que das centrais elétricas brasileiras. É mais perto", concluiu.
Abee
Fundada em 1933, mesmo ano de fundação do Confea, a Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (Abee) tem treze unidades estaduais instituídas e cinco em fase de instalação, de acordo com dados do vice-presidente da instituição. A Associação nacional e as regionais promovem atividades técnicas relacionadas à área, como cursos, palestras e seminários. Já ofereceu cursos de especialização em instalações elétricas prediais, cursos de especialização em telecomunicações, curso de proteção contra descargas atmosféricas, curso de aterramento, energização e proteção de equipamentos da Tecnologia da Informação, entre outros.
Beatriz Leal
Assessoria de Comunicação do Confea
http://www.confea.org.br/

terça-feira, 16 de novembro de 2010

DO PROJETO ELÉTRICO, A SUA EXECUÇÃO.

Toda instalação elétrica possui uma grande importância na residência, comércio e indústria, pois afinal, sem energia elétrica por um médio e grande período os prejuízos serão muitos.
Uma instalação elétrica deve ser executada a partir do projeto específico, que deve conter no mínimo, de acordo com NBR 5410 (Associação Brasileira de Normas Técnicas - instalações elétricas de baixa tensão)
a) plantas;
b) esquemas unifilares e outros, quando aplicáveis;
c) detalhes de montagem, quando necessários;
d) memorial descritivo da instalação;
e) especificação dos componentes (descrição, características nominais e normas que devem atender);
f) parâmetros de projeto (correntes de curto-circuito, queda de tensão, fatores de demanda considerados, temperatura ambiente etc.).

Após concluída a instalação, toda documentação indicada anteriormente deve ser revisada e atualizada de forma a corresponder fielmente ao que foi executado (documentação “como construído”, ou “as built”).

A determinação da potência de alimentação é essencial para a concepção econômica e segura de uma instalação, dentro de limites adequados de elevação de temperatura e de queda de tensão.

Na determinação da potência de alimentação de uma instalação ou de parte de uma instalação devem ser computados os equipamentos de utilização a serem alimentadas, com suas respectivas potências nominais e em seguida, consideradas as possibilidades de não-simultaneidade de funcionamento destes equipamentos, bem como capacidade de reserva para futuras ampliações.

Um exemplo de problema ocorrido com a finalidade de uma economia ilusória em uma instalação elétrica é a utilização de mangueiras em instalações elétricas, ao invés de serem utilizados eletrodutos apropriados, com resistência mecânica compatível (uso em solo, alvenaria ou diretamente na laje) para que não ocorram dobras impedindo a passagem dos cabos elétricos e também produzidos por material não propagador de chamas, diferentemente das mangueiras que são modificadas pelo aumento de temperatura.

Também é de extrema importância o dimensionamento ou não de um sistema de proteção contra descargas atmosféricas (pára-raios), destinado a proteger uma construção ou estrutura contra os efeitos das descargas atmosféricas.

Com a constante evolução tecnológica a importância de um bom projeto e execução das instalações elétricas garante um bom funcionamento e a facilidade de manutenção, possibilitando uma boa flexibilidade nas instalações dos sistemas de alarme, imagem, TV, telefonia e dados.

Fonte: NBR 5410, NBR 5419.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A Importância da Utilização do Cabo de Proteção (Pe).

A três semanas atrás li em um site sobre um rapaz que faleceu por levar uma descarga elétrica ao tocar em uma máquina de lavar roupas. E também uma pessoa que faleceu ao tocar em um poste de um semáforo.

Explanarei o simples fato de utilizar o cabo de proteção, “cabo terra”, em instalações residenciais, prediais e industriais, para evitar o risco de descargas elétricas.

Como todos sabemos, equipamentos devem possuir de fábrica o cabo de proteção (Pe), identificado pela cor verde ou verde-amarelo. Esse cabo interliga toda a massa do equipamento, sujeita a contato indireto, derivando até o plugue do equipamento. Esse pino “terra” localizado no plugue deve ser conectado à tomada onde exista um cabo de proteção corretamente instalado, por um profissional qualificado.

Quando há uma falha no equipamento como, por exemplo: cabo desencapado em contato com o equipamento, falha no isolamento de condutores elétricos ou até mesmo falha de montagem, a massa metálica do equipamento ficará energizada, ou seja, a grosso modo o equipamento terá a mesma tensão (127Volts ou 220Volts) da tomada em que está conectada. Isso será possível com o equipamento isolado da terra. Neste caso quando algum indivíduo tocar no equipamento o mesmo estará submetido a um potencial podendo ser fatal. Se possuir calçados com isolamento adequado, não sofrerá dano algum, mas qualquer contato com alguma parte metálica aterrada de outro equipamento haverá uma descarga elétrica. Sem isolamento adequado, o individuo sofrerá grandes conseqüências pela descarga elétrica recebida.


Quando a instalação elétrica for corretamente dimensionada, com cabos, tomadas, disjuntores e instalação dos cabos de proteção adequados, haverá no equipamento energizado acidentalmente uma grande corrente elétrica circulando pelos cabos de proteção e fase. Com isso ocorrerá o desarme do disjuntor de proteção da tomada em que o equipamento estiver conectado, deixando o equipamento desenergizado e protegendo o indivíduo. Enquanto um profissional qualificado não identificar e solucionar o problema, o disjuntor continuará desarmando.

Eu pergunto para todos vocês, vale a pena economizar 400 metros de cabos em uma instalação elétrica residencial para não instalar o cabo de proteção? 400 metros de cabo com seção de 4mm² é igual a aproximadamente R$ 532,00. Esse é o legítimo barato que pode sair caro.

Sempre procure um profissional qualificado para o conserto de seus equipamentos. Sempre procure assessoria qualificada e habilitada para suas instalações elétricas, não brinque de “professor pardal”.

Lembrem-se nós não enxergamos a eletricidade, mas podemos evitá-la com equipamentos adequados e conhecimento técnico.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Aneel abre audiência pública para medidores

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (28/09) a abertura de audiência pública para definir o modelo de medidor eletrônico que passará a ser instalado em residências, estabelecimentos comerciais e industriais que sejam atendidos pela rede de baixa tensão. Com a mudança, o consumidor terá mais participação e poder de fiscalização dos serviços oferecidos pelas distribuidoras de energia.
De acordo com a proposta colocada em consulta pública, os novos medidores deverão apurar em tempo real a tensão do fornecimento e a energia consumida, além de registrar a quantidade e o tempo dos cortes no fornecimento, para cálculo dos índices de qualidade DIF e FIC (que apontam por quanto tempo e com que frequência o fornecimento foi interrompido).
Além disso, também deverão informar a tarifa por horário de consumo e permitir a comunicação remota entre consumidor e distribuidora para acompanhamento do consumo, suspensão do fornecimento e religação do serviço. É previsto ainda que o aparelho ofereça ao consumidor acesso ao montante de energia consumida e às informações sobre a continuidade do fornecimento.
O regulamento submetido à audiência propõe prazo de 18 meses, a partir da publicação da resolução que vier a ser aprovada pela diretoria colegiada, para que as distribuidoras passem a utilizar o novo sistema de medição em novas ligações ou substituição do sistema existente.
Ainda segundo a proposta, se a distribuidora optar por realizar a troca em unidades consumidoras que, inicialmente, não sejam alvo da resolução, deverá avisar o consumidor com 30 dias de antecedência, por meio de correspondência específica, sem qualquer cobrança por eventuais adequações nos padrões.
As sugestões sobre os modelos de medidores poderão ser encaminhadas para a Aneel de 1º de outubro a 17 de dezembro via internet, período em que a audiência estará aberta. No dia 9 de dezembro será realizada uma sessão presencial, em Brasília.
Serviço Audiência Pública nº. 043/2010 (novo padrão de medidor eletrônico)
Prazo para intercâmbio documental: de 1º/10 a 17/12/2010
Envio das contribuições: ap043_2010@aneel.gov.br
Sessão presencial: 9 de dezembro de 2010
:: Da Redação www.portallumiere.com.br